Whatsapp Vai sair do Ar? Aplicativo será censurado?


Entenda o caso sobre o Whatsapp nas eleições e se ele realmente vai sair do ar ou ser censurado

Que as eleições estão movimentando o Brasil e a Internet, ninguém tem duvida. Mas uma noticia hoje abalou as comunicações pela Internet é a de que o Whatsapp sairia do ar a pedido de um partido, o PSOL. Entenda o que realmente ocorreu e suas devidas explicações abaixo, se o whatsapp será censurado ou não.

Whatsapp será censurado? Vai sair do ar?

Whatsapp Vai sair do Ar

O que ocorre é que após denuncias de que o candidato Jair Bolsonaro tem empresas pagando disparos de whatsapp para atacar candidatos do PT, o partido Psol entrou com representação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para pedir que o WhatsApp apresente em 72 horas um mecanismo para restringir o compartilhamento de mensagens no aplicativo, com o objetivo de combater a disseminação de fake news. Caso o tribunal não entenda que essa medida seja suficiente para garantir a lisura e a normalidade do pleito, requer que o WhatsApp seja suspenso em todo o território nacional entre 20 e 28 de outubro – data do segundo turno das eleições.

O que alega o psol na ação contra o Whatsapp?

Na ação, o PSOL afirma que a posição do aplicativo “foi central, e quiçá, o meio principal no modo de propaganda eleitoral e de disseminação de debates e opiniões”. O PSOL cita estudo feito pela Universidade Federal de Minas Gerais, Universidade de São Paulo e da plataforma de checagem de fatos Agência Lupa, que foi apresentado ao aplicativo para diminuir as notícias falsas. Entre as medidas estão: restringir os encaminhamentos de 20 para cinco com o objetivo de limitar a disseminação de desinformação; restrição do número de transmissão de uma mensagem para contatos (atualmente é de 256 contatos ao mesmo tempo), além de limitar o número de grupos.


O que motivou a ação?

Empresários compraram irregularmente pacotes massivos de envio de mensagens contrárias ao PT pelo WhatsApp, segundo reportagem publicada nesta quinta-feira pela Folha de S.Paulo. De acordo com a apuração do jornal, os contratos chegam a 12 milhões de reais e, entre os compradores, está Luciano Hang, dono da Havan. Ele apoia publicamente Jair Bolsonaro (PSL) e já foi obrigado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a retirar de seu Facebook um vídeo favorável ao capitão reformado que tinha sido pago para alcançar mais pessoas. A ação, revelada pelo EL PAÍS em agosto, é proibida pela legislação eleitoral, que diz que só os próprios candidatos, partidos e suas coligações podem comprar propaganda eleitoral no Facebook. Bolsonaro nega, por meio de seu advogado, qualquer participação em irregularidades. Hang também. O WhatsApp disse, em nota, que “está investigando os pontos denunciados pela reportagem”.O PT afirma que acionará a Justiça, enquanto PDT, de Ciro Gomes, diz que pedirá para anular a eleição.

A sigla afirma que, apesar da preocupação da Corte Eleitoral com as chamadas ‘fake news’, as notícias falsas “não foram controladas, seja pelo TSE, seja pelo aplicativo de mensagens”.

O que irá acontecer na prática?

Até o momento a ação ainda está tramitando, mas os advogados do Whatsapp(que é do grupo do facebook) já está se movendo em relação a esta ação e por enquanto não há nenhuma previsão de que o aplicativo saia do ar.

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